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Mostrando postagens de Março, 2016

páscoa na fazenda: o que teve

Teve chuva, 24 horas sem luz e em torno de 130 partidas de Detetive.
Eu já não preciso de muita desculpa pra ficar dentro de casa, então a chuva me serviu bem <3 Passei três dias lendo o livro novo da Agatha Christie com esse buldogue caolho que se chama Napoleão.
 Tem um piratinha ali na porta espiando <3
E teve esse arco-íris fabuloso um dia que abriu um solzinho durante 39 segundos e depois voltou a chover.
Teve essa foto. Olha essa foto gemty, plmdds.
Só deu pra olhar os cavalos que a gente pretendia andar. Mentira, eu pretendia fingir um ataque de pânico pra não me colocarem em cima de um. 
Foi ótimo :)

livros de 2015 #2

Essa resenha faz parte da série de livros que li no ano passado. Aqui tá a parte 1.
11. Para Sempre Alice - Lisa Genova
Para Sempre Alice é um livro bonito e sensível sobre uma doença horrível. É impossível não se emocionar com a graduação da doença e com a luta diária da personagem contra uma coisa que ela não consegue controlar. Chorei muito e não chorava lendo um livro fazia bastante tempo. Sinceramente? Não sei se recomendaria a leitura pra alguém que tenha uma pessoa próxima vivendo com Alzheimer e sofra as consequências disso. É triste demais. Não tô dizendo que é ruim, só tô dizendo que é triste. O filme é incrível, Juliane Moore sendo maravilhosa. O livro é melhor. Sempre.

12. Anjos e Demônios - Dan Brown
Eu sou o alvo perfeito pra esse tipo de livro, de ~trama envolvente~, mil coisas acontecendo e... pedante? Sei lá, gosto de livros que fluem e que são rápidos de ler. Poderia passar horas dissertando sobre eu não acreditar que exista má literatura, mas todo mundo que me trolou até agora por gostar de Dan Brown nunca leu Dan Brown e lê um livro a cada cinco anos, o que é ok, mas não te transforma num grande literato pra julgar minhas preferências, então bjs para os haters.

13. Comer, Rezar, Amar - Elizabeth Gilbert
A princípio já odiava antes de ler. Sabia que era sobre uma mulher branca e rica que decide ~se encontrar~ e ZzZzZzZz. E aí li um texto sobre o assunto e mudei de opinião (esse aqui). No fundo, qual o problema de uma mulher talentosa e que lutou a vida inteira para chegar em algum lugar... bom, chegar lá? Quem sou eu pra achar que ela não tem o direito de fazer isso? Enfim, mil questionamentos. Aí decidi ler basicamente porque achei o filme lindo (meu coração se derrete com a Julia Roberts sempre). Não achei tão bom, também não achei ruim. Não me identifiquei com muita coisa, especialmente com a eterna necessidade da gata em ser amada. Em algum ponto ela fica chateada porque ela comeu macarrão demais na Itália e está gorda e os homens não olhem pra ela na rua. Não é pra mim, mas entendo o apelo.
Ah, tem o Javier Bardem no filme, just saying (quem já percebeu que sou apaixonada pelo Javier Bardem? Hahaha).

14. A Cor Púrpura - Alice Walker
Esse romance epistolar (escrito por meio de cartas) conta a história de uma mulher negra no sul dos estados unidos em 1920. Ou seja, tem tudo que é ruim: racismo, machismo, violência doméstica, opressão... Também tem coisa boa, tipo superação, libertação. Além de tudo, gostei que a história traz uma ideia de sororidade e de mulheres se apoiando em uma época onde mulheres não significavam absolutamente nada. Minha veia feminista se emociona sempre :)
Como eu me sinto falando coisas como "romance epistolar".

15. Garota, Interrompida - Susanna Kaysen
Garota, Interrompida é uma auto-biografia, coisa que eu não sabia antes de ler.
Vi o filme que acho ótimo e a expectativa era que o livro fosse sobre loucura mas é mais sobre depressão. Na verdade isso é um ponto central do livro, todas as meninas que estão internadas no sanatório são tratadas como loucas e a dúvida principal da autora é se elas estão mesmo, se no fundo elas não são apenas diferentes. Eu gostei bastante dos questionamentos sobre a sociedade que o livro traz. É bem curtinho. Gosto de livro curtinho :)
O filme é bem diferente, só pra avisar.

16. Fahrenheit 451 - Ray Bradbury
Acho que esse foi o primeiro livro de ficção científica que li. Sabe quando tu tem preconceito com a coisa e acha que não vai gostar e nunca tenta? Então... Decidi tentar e foi uma grata surpresa. Eu não sou muito boa de pegar o significado das coisas, mas gostei muito da ideia que o livro passa. O personagem principal é um bombeiro que queima livros que são proibidos. Aos poucos ele começa a questionar isso. É uma questão atemporal, uma sociedade desinformada é uma sociedade que não questiona nada e acredita em tudo que lhe dizem. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência NÃO VAI TER GOLPE aquelas.
Li em inglês e foi ok.

17. Never Let Me Go - Kazuo Ishiguro
E aí que gostei tanto que resolvi seguir na ficção científica. Um amigo me indicou esse livro e eu achei maravilhoso. OBRIGADA PELA INDICAÇÃO LUCAS, SDDS (essa desgraça me abandonou e foi morar na Alemanha). Eu não sei muito bem o que falar sobre o livro sem dar spoiler, mas eu diria que é sobre a ciência e as consequências dela. É um livro que me deixou pensando muito sobre as nossas limitações, sobre nosso futuro, sobre o quão longe eu estaria disposta a ir para que minha vida seja como eu quero. Pressentindo Lucas que é um ótimo crítico literário e pesquisa ~motherfucking literatura alemã~ vindo aqui me dar um esporro nos comentários porque simplifiquei a porra toda.
Li em inglês e também foi ok.
Ah, o Lucas tem um blog, mas ele não posta. POSTA LÁ MANA.

18. Eu, Robô - Isaac Asimov
Mais um livro de ficção científica, esse bem mais ~modernoso~ (como crítica literária sou uma ótima advogada pq né olha as palavras que a pessoa usa pra descrever) que os outros. Fala sobre robôs, o que eles significariam para a sociedade, o quão longe um ser não-humano pode ir, se ele pode pensar, se ele pode se rebelar... Enfim. São contos. Eu gostei bastante, amo contos. Ainda quero ler mais coisa do Isaac Asimov.
Fim do surto sci-fi.

19.  Não Sou Uma Dessas - Lena Dunham
Faço das palavras da Anna Vitória do blog So Contagious a minha. Não é preguiça de escrever não, é só que concordo com absolutamente tudo que ela disse haha.

20. A Redoma de Vidro - Sylvia Plath
E aí que eu decidi passar pra uma (mais ou menos) auto-biografia que sabia ser ótima porque né, Sylvia Motherfucking Plath. Achei fantástico. É um livro pesado sobre depressão? É. Mas é tão em escrito que achei a leitura leve (embora triste). Quem leu? E o final gente? I DIE.

Me adiciona no Skoob? :)

Dirty old man

Eles não se viam há 20 anos. A filha que tiveram juntos era a única coisa que ainda os ligava. Ela voou pra longe. Ele nunca saiu de lá.
Casaram. Ela encontrou na família do marido baiano o alento que sempre procurou. Ele começou uma nova família com a nova esposa.
O encontro foi um acaso do destino. Ela nunca vem, ele nunca sai de lá. Aconteceu de em uma das visitas quinquenais à filha as agendas coincidiram. Ninguém percebeu a tensão no ar. O tempo passou e todo mundo esqueceu que no passado eles tinham sido namorados.
Ela tomou um banho longo e colocou o seu melhor vestido. Passou a manhã olhando nervosamente o relógio.
Ele chegou e fez que não sabia. Foi direto fazer o que tinha ido fazer. A vida inteira trabalhou como mecânico. Aquele carro tinha que andar. 
Ela convidou as comadres para jogar canastra. Ora, também sabia se fazer de difícil.
Ele nunca foi um bom mecânico e ter conseguido fazer o carro pegar lhe deu confiança pra fazer o que tinha que fazer. Tinha de falar com ela. Alguém precisava dar o braço a torcer.
Se dirigiu à mesa onde ela estava. De repente ficou consciente da camisa suja de graxa e de que não estava  em sua melhor forma. Já não caminhava mais direito como antigamente e a maldita diabetes levou quase toda a sua visão embora. Titubeou, mas continuou. Tinha 70 anos, afinal. O tempo também passou pra ela.
Sabia que ela devia estar naquela mesa, mas não conseguia distinguir as feições de todos que estavam sentados. Cumprimentou cada uma das mulheres com um beijo, olhando bem de pertinho.
Pegou a mão dela, deu um beijo no rosto mais prolongado e, ainda segurando a mão, olhando no fundo dos olhos dela, murmurou:
- Ainda comível.
Fim.

Essa é uma história verdadeira, amgs, lidem com isso.
Feliz Páscoa!

diarinho

Tô me sentindo uma blogueira muito lixo porque quase não tenho postado fotos então fiz uma busca aqui no computador pra ver se encontrava alguma coisa interessante.
Colocamos papel de parede no fundo da estante e ainda não sei se amo ou se acho muita informação. Essa foto é de uns meses atrás e ela está bem mais bonitinha e com mais coisas agora :)
Minha câmera veio com duas lentes e eu não sei pra que serve ou qual a diferença HAHA mas uma delas (a que eu menos uso) tem esse zoom fabuloso que me permite invadir a privacidade alheia tipo a do ~meu vizinho~ que é nada mais nada menos que o governador e tem esse jardim fabuloso. Às vezes tem umas tartarugas nessa fonte e às vezes não.
Pra onde vão as tartarugas do Palácio Piratini Park no inverno? AQUELAS (quem entender a referência tem um espaço reservado no meu coração <3). 
Fiz um ~passo a passo~ da pintura na parede que postei aqui pra vocês verem. O Renan Santos arrasa muito.
E aqui tem uma foto um pouco mais ampla da sala que pediram pra entender melhor o espaço :) A pintura tá ali no cantinho.
Esses dias eu fiz doce de leite caseiro e eu gostaria de não ter aprendido a fazer porque 200 vezes melhor do que o industrializado.
Minha nova obsessão é uma série culinária que tem no netflix chamada The Mind of a Chef que é apresentada pelo David Chang e agora ele virou minha mais nova crush.
E ele é amigo do Aziz Ansari <3 
Momento diarinho:
Fui colocar o lixo no corredor só de calcinha e blusa transparente e a porta que tranca quando bate bateu com tudo e abriu de novo de um jeito impossível. Certeza que foi Deus dizendo VOCÊ NÃO MERECE PASSAR POR ISSO AGORA QUERIDA porque eu ia ter que improvisar um look com sacos de lixo pra descer e chamar um chaveiro.
Alguém tá assistindo Masterchef? Eu tô torcendo pro Lee, o japonês químico que é um mimoso <3
Vou passar a páscoa na fazenda chiquérrima da miga que tem wi-fi, cavalos e um ~motorista~ que vai me pegar na rodoviária. Eu não estou brincando. Já estou pegando inspiração de looks no blog da Thassia Naves pra brincar de fazendeira milionária que nem ela. Torcendo pra que lá tenha um peão bem bonito pra eu escrever um romance estilo Sabrina, Julia e Bianca. Já pensei em duzentos títulos, entre eles CACÁ E O BÁRBARO, PÁSCOA ENFEITIÇADA, SEDUÇÃO NO SÁBADO DE ALELUIA, STRAIGHT BROKEBACK MOUNTAIN. Mentira, só to torcendo pra que a bacalhoada fique boa.
Nunca pensei que ia usar a palavra 'look' duas vezes no mesmo post. Nunca pensei que fosse usar a palavra 'look' na vida.
Acabo de fritar pastel às 23h. Cheguei ao fundo do poço.

doe sangue você também

Eu sempre tive medo de doar sangue. Imaginava aquela agulha entrando em mim e meu santinho, já passava mal. Aí um dia o pai de uma amiga ficou doente e precisava de doadores e eu em um momento muito altruísta nem pensei e fui.
Antes de doar sangue rola uma triagem. Primeiro uma pessoa te faz umas perguntas constrangedoras, tipo VOCÊ TEM UMA VIDA SEXUAL ATIVA? e tu pensa OPAAA ME PAGA UM DRINK PRIMEIRO. Nessa hora eu já tava torcendo pra que por algum motivo eu não pudesse doar. Putz, devia ter feito aquela tatuagem. Olha, eu tomei um tylenol semana passada hein... Tem certeza que não afeta em nada? Que eu saiba eu não tive hepatite, mas vai que...
Depois medem tua pressão, temperatura e dão uma ~picadinha~ no teu dedo pra ver sei lá o que. Nisso eu já faço um escândalo. 12 POR 8 É NORMAL PRA PRESSÃO? OUVI DIZER QUE É ALTA HEIN... MAS COMO É ESSA PICADINHA? DÓI? É UMA AGULHA? MEU DEUSINHO. Não doeu.
Aí tu entra pra doar. Por algum motivo todas as vezes que doei sangue me perguntaram se eu estava nervosa. SE EU TÔ NERVOSA? EUUU? NÃO, CAPAZ, TU É SÓ UMA AGULHA GIGANTE FALANTE, MAS NERVOSA NÃO TÔ.
E aí aconteceu a coisa mais incrível: não doeu.
Quer dizer, claro que dói um pouquinho, mas é uma dorzinha ok de meio segundo quando a agulha tá entrando. É desconfortável ter que ficar mexendo a mão pra bombear o sangue e a sensação é desagradável. Mas pra mim, não passou disso: desconforto.
Desde essa primeira vez que doei tenho doado com freqüência, de 4 em 4 meses (é o tempo necessário para a mulher se recuperar, homem é 3).
Então escrevi isso aqui pra tentar convencer mais alguém de doar também. A gente cria muito medo das coisas e as coisas são muito mais tranquilas do que a gente imagina. Doar sangue é uma coisa bem legal que ajuda muita gente. A gente fica andando por aí saudável com o corpo funcionando e nem valoriza isso porque a gente não conhece outra coisa. Mas tem muita gente por aí que precisa de um pouquinho da gente.
Já doei muitas vezes e aprendi que não pode olhar. Não fico olhando porque dá nervoso. Quando a pessoa coloca aquela fita pra apertar o braço eu já fecho os olhos e só abro depois que a agulha está ali tapadinha. Em resumo: se eu ficar o tempo todo pensando na morte da bezerra eu fico de boinhas mas se em algum momento eu decido analisar realmente o que eu tô fazendo e pensar que nesse momento tem uma agulha enfiada em mim e sangue saindo de mim minha pressão baixa. O que não é nenhum fim de mundo, a gente ganha suquinho e mais amor das enfermeiras e dá uns minutinhos e fica tudo ok. 100% psicológico.
Aqui em Porto Alegre quase sempre vou no banco de sangue do hospital da PUC, as enfermeiras são bem atenciosas e fofas, o atendimento é rápido e o estacionamento é grátis para doadores, caso interesse alguém. Sei que tem outros bons mas só posso indicar esse.
Doe sangue você também :)

anedotário

2016 e eu ainda não entendi:
1) a selfie. por que tiram? por que postam? por que alguém gosta de ver? 
2) o fax. que bruxaria é essa? por onde passam os dados? como raios uma foto consegue passar por um fio de telefone?
Uma vez em um desses postos de beira de estrada que os ônibus param quando a viagem é longa uma mulher perguntou se eu podia segurar o bebê dela enquanto ela ia no banheiro e jogou o bebê no meu colo sem me dar tempo de responder. Durante um minuto eu fiquei em pânico contemplando a possibilidade de que ela tinha abandonado o nenê comigo e que agora eu tinha um filho e ia ter que cuidar daquele bebê pra sempre e jesus nem emprego eu tenho como que vou pagar a escola e ela voltou do banheiro e nunca me senti tão aliviada.
Gritei FICA DILMA na janela durante o panelaço só pra causar.
Estou focada de verdade em conseguir tocar Show das Poderosas no ukulele. Prometo que se acontecer tento gravar e posto aqui.
Sincericídio:
Reencontrei uma amiga que não via há anos e que nunca gostei muito e por algum motivo ficamos combinando de viajar juntas pro Peru (?), nos despedimos e eu falei NEM VAMO NÉ.
Encontrei a ex cunhada na boate e ela me deu oi bem querida e começou a engatar uma conversa e eu falei NEM QUERIA TER TE ENCONTRADO.
Fiquei com um menino e não gostei e ele ficou querendo conversar e bater papo e eu falei TÁ VAI LÁ DAR TUA BANDA.

tag/meme: com que filme eu vou

Achei esse meme/tag de cinema lá no blog da Lu (que viu aqui) e achei que ia ser legal responder :)

1 – Um filme para assistir sozinho: todos
Qualquer um, sou uma mulher livre e independente e não preciso de ninguém pra apertar comigo o botão de play ahahaha Q

2 – Um filme para assistir quando está chovendo: Across The Universe
Na minha cabeça chuva combina com musical. Eu amo musicais e tem alguma coisa reconfortante neles. Eu diria talvez um clássico, tipo Cinderela em Paris porque Audrey Hepburn sempre ilumina com aquele sorriso raio de sol dela plmdds que mulher maravilhosa.
Só que recentemente assisti Across The Universe, um musical só com músicas dos Beatles que é a coisa mais linda desse mundo, e só consegui amar muito. Assistiria de novos só pela interpretação de Come Together do Joe Cocker que é a coisa mais linda. Quero rever um bilhão de vezes.
Jim Sturgess minha nova crush, quero assistir todos os filmes, casar, ter filhos, ser enterrados juntos

3 – Um filme para te fazer dormir: A Bela e a Fera
Algum desenho da Disney porque daí não levo muito a sério e me dá soninho. Coloquei A Bela e a Fera porque tenho em DVD, mas podia ser qualquer outro.

4 – Um filme para assistir bêbado: O Demônio das Onze Horas
Dá um play no Godard e repensa toda tuas escolhas de vida e como foi que tu emburreceu tanto porque em algum momento tu foi culta e interessante e gostava de nouvelle vague e sonhava em dizer coisas tipo 'o que me deixa triste é que a vida é tão diferente dos livros' naturalmente e agora o último filme que tu assistiu foi o Jurassic Park novo e tu ainda por cima gostou e tu sabe tudo que acontece na vida da Kim Kardashian e ontem tu ficou três horas seguidas jogando Candy Crush e tu vai revolucionar tua vida a partir de amanhã e voltar a ser pedante porque é maravilhoso e vai parar de ler John Green e voltar a ler Simone de Beauvoir e também começar dieta porque uma hora tem que começar e talvez cortar franja que nem a Anna Karina porque correndo de costas no escuro tu até que parece com ela e por que raios tu não nasceu tão linda quanto ela e não não chora tá tudo bem... Corta pra tu acordando quatro horas depois com os dentes roxos uma dor de cabeça infernal e uma taça vazia na mão (o vinho virou no sofá branco). 
Isso não aconteceu comigo, tá gente? Foi com a vizinha da prima de um amigo quando ela inventou de fazer maratona de filmes franceses e nos primeiros dez minutos decidiu que sem vinho ela jamais se manteria acordada.

5 – Um filme para passar enquanto você está fazendo outra coisa: Curtindo a Vida Adoidado
Qualquer um da sessão da tarde daqueles que a gente já viu mil vezes e sabe tudo de cor, mas se tá passando na tv não consegue trocar de canal porque nostalgia é uma coisa fabulosa.

6 – Dois filmes para serem assistidos em sequência: Poderoso Chefão
A trilogia Poderoso Chefão que acho perfeita em termos de continuação e por mim podia juntar tudo e fazer um filme só que ia ser ok :)

7 – Um filme para assistir com o namorado/marido: ARRASADA
:~
(essa piada foi roubada descaradamente da Lu)

8 – Um filme para assistir com os amigos: Jackass 
Alguma coisa bem idiota pra rir muito.
Eu queria não ser o tipo de pessoa que acha isso engraçado mas eu sou.

9 – Um filme para assistir com a sua mãe: Pegando Fogo
Vou fingir que é porque minha mãe adora cozinhar e adora filmes gastrônomicos,
Mas na verdade é porque Bradley Cooper.

10 – Um filme para assistir com o seu pai: Os 8 Odiados
Porque eu ainda não vi e porque mistura duas coisas que meu paizinho gosta: faroeste e Quentin Tarantino.

Fica aí pra quem quiser responder :) me avisa pra eu ver?

i like #35

1. confeitaria - the cake blog: não é novidade pra ninguém que eu amo confeitaria e achei esse blog super legal, cheio de receitas e idéias para decoração de bolos :) aliás, vocês viram minha última criação?
Hahahaha, obra-prima.
2. blog - 50 ideias para posts: volta e meia quando estou 100% sem inspiração entro nesse post pra ver se tiro alguma idéia :)
3. aquarela - Maria Arekalova: aquarelas incríveis, daquelas pra amar e depois sentar num cantinho e chorar por saber que jamais atingirá esse nível de perfeição aquarelística, hahaha.
4. canal do youtube - Screen Junkies: eu amo amo amo os Honest Trailers desse canal <3 Já que ninguém superou o oscar ainda (LEOZINHO <3), não perca o The Martian, mas eu ri em todos que já vi.