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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

livros de 2015 #1

Gostei dessa coisa de fazer resenha de livros e decidi falar sobre os livros que li para o desafio de leitura de 2015.
1. Tripulação de Esqueletos - Stephen King
Coletânea de contos de terror do Stephen King. Já tinha ouvido falar de O Nevoeiro por causa do filme e achei espetacular. Não li muita coisa de terror na vida, mas nunca tinha ficado realmente nervosa e tensa com uma leitura. Vovó é outro dos meus preferidos (encontrei aqui caso interesse alguém). 
Nunca tinha lido Stephen King e gostei bastante. A maioria dos contos são ótimos, alguns são apenas ok e um ou dois são bem ruins. Achei que valeu a pena de qualquer jeito. Sempre acho legal começar a ler um autor com contos, caso o autor seja muito prolifico e você não tenha ideia por onde começar. De lá pra cá fiquei afim de ler vários livros dele. Acho que vou começar por Carrie, a Estranha. Alguém fã tem outra sugestão?

2. A Trama do Casamento - Jeffrey Eugenides
Tenho um certo apreço por livros sinceros sobre gente meio cu onde nada dá muito certo e não tem grandes reviravoltas. Hahahaha. Pior descrição, fiz todo mundo nunca querer ler. Mas eu acho realmente bom. Livro pra pensar, não pra ficar curioso sobre o que vai acontecer em seguida, sabe? Tem questionamentos sobre religião, amor, distúrbios mentais, solidão... E tudo isso em um contexto de personagens jovens e muito bem construídos. Dadas as proporções, me senti um pouco dentro do livro.
Já li As Virgens Suicidas do Jeffrey Eugenides e recomendo também. Pretendo também ler Middlesex, o único dele que não li, porque acho o cara muito bom mesmo. O autor ainda é novo, torcendo para que lance mais uns livrinhos pra gente curtir. Manda mais, J. E. :)

3, 4, 5. Trilogia Feios, Perfeitos e Especiais - Scott Westerfeld
Tem uma crítica social interessantíssima na história, não dá pra negar isso, mas achei a história tão bobinha e a protagonista tão irritante e imatura que dá preguicinha. Imagino que essa seja a ideia mesmo, mas achei que a protagonista Tally, como uma pessoa que (a princípio) luta contra essa sociedade, podia ser mais esperta.
Não deu pra gostar. Li até ~o fim~ (mentira, porque tem um quatro livro extra, mas vamos fingir que não) porque é aquele tipo de trilogia que termina com "três pontinhos" sabe? No sentido que deixa o fim completamente em aberto e não é um livro por si só, tu tem que ler mais pra saber a história de verdade... Aqui já tenho preguiça porque acho que trilogia que é trilogia tem que começar e terminar uma história em cada livro. Provavelmente é uma questão de preferência pessoal e eu também não li muitas trilogias na vida, então pode cair em cima, vem gente!
Pra não dizer que achei 100% ruim, acho que daria um ótimo filme. Eu assistiria.

6. Uma Casa no Fim do Mundo - Michael Cunnigham
Conta a história de quatro personagens, intercalando a narração entre cada um deles. Cada personagem é extremamente bem construído, aquele tipo de livro que a gente sente que conhece pessoalmente o protagonista (nesse caso, os protagonistas) e que sabe como ele vai reagir à cada nova situação. Me surpreendeu o fato de a história ser ~alternativona~, não seguindo o ~modelo de família tradicional brasileira~ e mesmo assim isso foi tratado com bastante naturalidade. 
Grata surpresa que jamais leria ou ouviria falar se não fosse o desafio de leitura de 2015, que não deu certo mas foi divertido. Entrou na categoria livro que foi lançado no ano que eu nasci.
Descobri que tem um filme e o personagem principal é o Colin Farrel COMO ASSIM louca pra ver <3

7. O Bicho-da-Seda - Robert Gailbrath/J. K. Rowling
A mulher que escreveu meus livros preferidos decidiu enveredar para o meu gênero de livro preferido. Os planetas se alinharam e tá tudo certo.
Não leia esse sem ter lido o primeiro.
MEU COMO ASSIM ACABEI DE FICAR SABENDO QUE O TERCEIRO LIVRO JÁ FOI LANÇADO Q COMO NÃO LI AINDA MEU SANTINHO

8. O Pintassilgo - Donna Tart
Acho que foi uma das histórias mais marcantes que já li. Achei a trama muito bem construída e gostei que, apesar de um pouco inverossímil com tanta ~intriga internacional~ (hahaha), é uma história realista sobre gente comum. O Pintassilgo é um pouco parado e maçante, com longas descrições e ambientações. Não é meu tipo preferido de narrativa, mas não me incomoda o suficiente a ponto de não gostar do livro.
Gosto quando o protagonista e o antagonista da história são a mesma pessoa e esse livro fez isso muito bem. Comecei amando o Theo (personagem principal) e aos poucos minhas percepção sobre ele foi mudando bastante.
Quanto ao final, vi muita gente reclamando que destoou bastante de todo o resto do livro, porque descambou pra filosofia e reflexões sobre a vida, mas eu achei bom e que fez bastante sentido :)

9. Um Conto de Natal - Charles Dickens
Nunca tinha lido Um Conto de Natal, apesar de conhecer a história do Scrooge e dos fantasmas dos Natais Passado, Presente e Futuro. É bem curtinho e agradável de ler. Imagino que ler no Natal deve ser bem legal.

10. O Amor nos Tempos de Cólera - Gabriel García Márquez
Gabriel García Márquez é meu pastor e nada me faltará. Não vou falar nada porque não precisa. Só vou dizer que tem filme, o filme é ótimo e o Florentino é o Javier Barden, esse homem iluminado.

Observação: eu não acompanho muitos blogs de literatura e geralmente pulo resenhas aleatórias em blogs que leio porque gosto da surpresa de não saber quase nada da história quando começo a ler alguma coisa. O que gosto de verdade é de resenhas de livros que já li pra ver se a outra pessoa teve as mesmas sensações que eu lendo o mesmo livro. Então decidi fazer essas resenhas em que não falo muito da história, só impressões que tive ao ler e basicamente o que achei do livro.

dibujos

(Dibujo é desenho em espanhol)
Decidi dar uma segunda chance pra uns desenhos velhos que fiz mas não gostei. Esse da direita ainda não terminei, dá mais ou menos pra ver a diferença que faz um sombreado. Não que eu tenha sombreado bem, ainda tô em dúvida se melhorei ou arruinei o desenho hahaha.
Lembro que quando fiz esse desenho pensei "Ok, ficou ótimo, nunca vou ser melhor do que isso".
Acontece que quanto mais a gente faz uma coisa, melhor a gente fica. Eu ainda me considero ruim mas já fui bem pior, então está ok. Aqui no blog tem uma categoria de sketches onde dá mais ou menos pra ver o quanto eu ~evolui~. O blog vai fazer 5 anos esse ano, gente, meldels.
Esse é o começo dos trabalhos e o que eu considerei o fim. Provável que daqui uns anos eu olhe pra esse desenho e pense 'vou te dar uma segunda chance' e tentar melhorar ele de novo, hahaha.
Era pra ser a Audrey Hepburn mas falhei miseravelmente. Falei que não era boa. No fim até gostei do rosto, mas o cabelo está um horror. Aliás, sou péssima com cabelos no geral, preciso aprender.

meme/tag: minha vida dava uma série

Vi essa tag de séries nas ~redes sociais~ (hahaha eu acho bem engraçado falar redes sociais) e decidi responder aqui no blog porque tudo com gifs é 100% mais legal.
Aparentemente vai ser lançado um livro chamado Minha Vida Dava Uma Série e a editora lançou essa tag, mas não encontrei o post original.

1 - Nunca assisti: Lost.
Não tenho vontade. Tenho preguiça de coisa que não desenrola. Peguei uns episódios perdidos e não entendi absolutamente nada. Conheço uma pessoa que é muito fã tem até tatuagem de Lost e nem ela conseguiu me explicar qual é da trama. Foi tipo quando minha mãe pegou um episódio de Under The Dome perdido comigo e eu fiquei tentando explicar pra ela DO QUE RAIOS SE TRATAVA e é impossível.

2 - Não sinto vontade de assistir novamente: Breaking Bad.
Não é que é ruim, é só que plmdds que treco eterno não acaba nunca.
Mentira, foi só ver esse gif do Jesse que já comecei a estocar comida pra passar os próximos 23 anos fazendo maratona de A Química do Mal.

3 - Ninguém que eu conheça assistiu, mas eu gosto: Dark Angel. 
Em uma América devastada por um ataque terrorista que tem um quê de ~bug do milênio~, Jessica Alba, um ser humano geneticamente modificado foge do governo americano e passa a série inteira tentando não ser capturada, com a ajuda de Logan, um jornalista paraplégico que rouba o sinal da televisão para falar coisas tipo 'vocês estão sendo enganados' no seu programa EYES ONLY. Ah, esqueci de dizer que a série tem uma vibe anos 90 e eles são todos CLUBBERS <3 É ou não é a melhor premissa de série? Hahahah.
Gente, ninguém nunca nem ouviu falar dessa série. Eu assisti todinha e fiquei muito deprimida quando descobri que a desgraça foi cancelada antes de chegar ao fim. Fiquei mais triste do que quando Don't Trust The B* In Apartment 23 foi cancelada (chorei agora só de lembrar sqn).

4 - Última série que assisti: 
Inteira: Scream Queens.
Elenco ~de peso~ (hahahaha) com nomes tipo: Emma Roberts (amo ela desde Se Enlouquecer, Não Se Apaixone, que é um péssimo nome para um ótimo filme), Abigail Breslin (a Pequena Miss Sunshine), Lea Michele (de Glee, eu vi ela pessoalmente uma vez, foi emocionante, mentira nem sabia quem era só minha irmã conhecia) e Jamie Lee Curtis (mãe da LiLo em Sexta-feira Muito Louca). Tem o Nick Jonas e a Ariana Grande também mas quem se importa?
Deaf Taylor Swift é a melhor personagem, ctza.
Episódio: How I Met Your Mother.
Mal conheço mas já considero pacas, embora fique arrasada só de pensar que tem uns 600 episdios para assistir ainda (só assisti até a segunda temporada).

5 - Tenho preguiça: Friends.
Enjoei. Eu amava com todas as minhas forças, mas assisti tantas vezes na minha vida tantos episódios que agora se vejo até uma mini referência já quero estar morta. O drama Rachel e Ross se estendeu demais e eu acabei odiando eles, queria mais que eles não ficassem juntos mesmo (achei bem fofo Rachel e Joey) e que o Ross explodisse porque não tem nenhum cara mais paunocu que ele. You were not in a break. Poderia passar uma vida inteira falando mal do Ross e odiando ele. Isso não quer dizer que não achei o final lindo <3 mas blé, se to zapeando canais e tá passando Friends mudo correndo porque deu dessa série por umas quinze vidas.

6 - Assistiria tudo de novo: Modern Family.
Só porque é bem levinha e engraçada, mas tenho medo de acabar virando o que Friends virou pra mim. Volta e meia coloco na tv pra ficar assistindo antes de dormir :)

7 - Uma série que mudou minha vida:
Ai... Nenhuma?
Lembro que a primeira vez que assisti Sex and The City fiquei emocionada com a perspectiva de se eu quisesse ~quando eu crescesse~ eu poderia ser uma mulher solteira fabulosa em Nova York e fiz disso minha meta de vida. Ainda não virei nada disso mas ainda dá tempo hahahaha not.
Essa cena é do filme e não da série, mas gente se vocês soubessem o quanto eu chorei... Maldito Big, partiu meu coração :~

8 - Uma indicação: Master of None.
Curtinha, jovem e divertida. Boa pra quem não leva série muito a sério e gosta de comédia. Acho meio que uma versão masculina de Girls. Ok, nada a ver. Mas tudo a ver. Só que os personagens são menos fucked up que em Girls. Tem o Tom Haverford de Parks and Recreation. Tem também a Claire Danes (Homeland <3) sendo fabulosa fazendo ponta de esposa mal-amada.
Tem um episódio que eles fazem maratona da série Sherlock, como não amar?

9 - Tenho vergonha, mas assisto: Gossip Girl.
Não só acompanhei à medida que ia saindo como recentemente reassisti tudo. Eu sei que é uma bosta. Eu sei que não chega a lugar nenhum. No fundo no fundo odeio todos os personagens exceto o Nathan (fofo <3). Mas é gente linda sendo rica em Nova York. As roupas, gente. Nada pode ser mais lindo do que o figurino dessa série, hahahaha. 
Se tivesse uma categoria nesse meme de "só eu diferentona gostei do final" seria Gossip Girl. Achei fabuloso o final da série.
Squad Goals.
Mentira, imagina que barra ter uma amiga falsiane dessas.

10 - Ainda quero ver: A Young Doctor's Notebook
Por motivos de: Harry Potter <3 alguém já viu? É boa?
Gostaria de ver mais umas duzentas mas essa foi a primeira que veio na minha cabeça :)

Quem é o ministro da nomeação de frutinhas?

Nessa função de arrumar meu quarto desapeguei de um monte mas esse calendário do ano retrasado não consegui me desfazer por motivos de: CALENDÁRIO OFICIAL DO VATICANO COM PADRES SENSUAIS! Como não amar?
Ando lendo poesia mas sou intelectualmente inepta para apreciar, infelizmente. Algumas amo, algumas odeio, na maioria fico Q? Sigo tentando.
Encontrei nas profundezas do mar sem fim do meu quarto essas fadinhas e pendurei. Tenho 8 anos e fico emocionada quando bate um vento e parece que elas voam <3
Bolinho de iogurte e mirtilos que fiz esses dias. Que bruxaria tem no mirtilo que é tão ruim puro mas assado desenvolve propriedades mágicas e fica tipo a melhor coisa do mundo?
Por que raios escolheram a palavra mirtilo em português para uma palavra tão linda quanto blueberry em inglês? Quem é o ministro da nomeação de frutinhas? #foradilma
Alguém sabe o nome dessa florzinha? Ela parece bem selvagem, comprei sementes no supermercado e jamais achei que ia vingar, mas cresceu e tá bem linda <3 Não guardei o nome e agora fico curiosa querendo descobrir. Ela é mais pra roxo, embora pareça rosa na foto.
Próximo passo tentar plantar dálias que flor bem linda plmdds.
Já tentei colecionar broches e foi isso que saiu. Meu preferido é a insígnia do uniforme de policial do meu pai :) quero comprar uma jaqueta jeans oversized e colocar todos os que tenho nela porque sou fashion victim.

Em algum lugar li que se tu não tem a menor idéia de que título colocar em um texto apenas escolha uma frase que mais te chamou atenção. Eu fiquei tentada entre o que escolhi e 'calendário oficial do vaticano com padres sensuais'.

paipilaine

Acho que todo mundo merece começar o dia com essas fotos do Pipeline :) 
Morta.

meu quarto de novo

Nada de muito novo aqui exceto a cama arrumada.
Quem percebeu o James Dean virado? Quero fazer uma aquarela pra colocar naquela moldura e enquanto isso fica essa foto do James Dean que era a única coisa que eu tinha que cabia nela hahaha.
Eu e minha mãe estamos planejando fazer um lençol com um tecido da Frida Kahlo, acho que vai ficar bem lindo. Esse da foto é o único que gosto, mas um animal chamado Pipeline me fez o favor de rasgar ele. Não dá pra ver na foto porque eu photoshopei #soudessas.
Me sinto a Martha Stewart dos pampas toda vez que faço um D.I.Y. sucesso como esse. Fiz esse mural com minha nova ~PISTOLA DE GRAMPOS~ porque sim, agora tenho uma pistola de grampos e é tipo mágico, o céu é o limite <3  Esses murais tem bombado um monte por aí e vi um ~tutorial~ em algum programa de televisão, mas não encontrei nenhum vídeo no youtube sobre. Basicamente uma placa de madeira, tecido, fita de cetim e uma pistola de grampos. Acho que dá pra fazer até com isopor também, ou papelão. Papel compact. Qualquer coisa. Dá pra fazer com percevejo também ou cola quente, usei a pistola de grampos porque eu tenho uma pistola de grampos, já falei pra vocês que agora tenho uma pistola de grampos?
Coisas que quero fazer com minha pistola de grampos: forrar o box da minha cama, uma cabeceira pra minha cama, repaginar duas poltronas, gente, vocês tem noção que eu posso estofar sofás com minha pistola de grampos?
Eu tenho uma pistola de grampos.

Ahhh, agora sim. Dá um prazerzinho ver esse antes e depois.
Acho que só os quadros novos já deram uma cara bem melhor pra essa parede. O lado bom de ser acumuladora de porcarias é que já tinha tudo aqui em casa e não gastei nada pra fazer essas mudanças :)
Lembra que falei que queria colocar uma cortininha no armário pra esconder a bagunça? Coloquei mas não gostei muito. Achei que ficou com uma carinha muito precária, o tecido não combinou, sei lá. Era o único tecido que tinha o tamanho certo. Ainda tô pensando em outra solução. Alguém tem uma sugestão?
Ah, um beijo pra Mônica Iozzi, essa linda <3

livros de 2016 #1

Então cês pediram (hahahaha, uma pessoa pediu) pra fazer resenha dos livros que leio.
Tá aí os últimos quatro livros que li e primeiros de 2016:
1. Sobre a Escrita - Stephen King
Descrição: Sobre a escrita — A arte em memórias é uma obra extraordinária de um dos autores mais bem-sucedidos de todos os tempos, uma verdadeira aula sobre a arte das letras. 
O livro também não deixa de lado as memórias e experiências do mestre do terror: desde a infância até o batalhado início da carreira literária, o alcoolismo, o acidente quase fatal em 1999 e como a vontade de escrever e de viver ajudou em sua recuperação.
Ao mesmo tempo um álbum de memórias e uma aula apaixonante, Sobre a escrita irradia energia e emoção no assunto predileto de King: literatura. A leitura perfeita para fãs, escritores e qualquer um que goste de uma história bem-contada. (fonte)

No fundo, bem no fundinho, Stephen King escreveu uma autobiografia mas não teve coragem para ser tão prepotente e chamar de autobiografia hahaha. Não quer dizer que não gostei porque eu gostei sim.
Fiquei impressionada o quanto um cara tão famoso quanto ele é pé no chão e normalzão. Não tem nada de, sei lá, excêntrico. Ele é gente como a gente, faz as mesmas coisas que a gente faz e não se considera nenhum gênio: escreve bem, foi atrás, deu sorte e é isso.
As dicas que ele dá para novos escritores são bem legais e aprendi bastante coisa, sem contar que ele indica alguns livros que me pareceram ótimos e já estão na minha lista de "quero ler".
Esse na verdade é o segundo livro que leio do Stephen King e gostaria de ter lido mais coisas dele antes de ler esse pra me situar melhor na história. Já tinha gostado do primeiro, gostei desse e estou me encaminhando para virar fã do cara :)

2. Não Conta Lá em Casa - André Fran
Descrição: Em 'Não conta lá em casa', André Fran relata suas andanças por lugares inusitados com o programa de TV homônimo. Escrito por André Fran, um dos quatro criadores e apresentadores da série homônima do Multishow, 'Não conta lá em casa' é um delicioso e fascinante relato pessoal de algumas das viagens que o autor fez com seus amigos de infância e de programa. No livro, André narra aventuras e curiosidades de alguns dos mais excepcionais e inusitados destinos que percorreu, como o Iraque ainda praticamente em guerra, a impenetrável Coreia do Norte, o Afeganistão dos talibãs, Tuvalu, a ilha-país prestes a sumir do mapa pelos efeitos do Aquecimento Global, além de Somália, Etiópia, o Japão logo após o tsunami, entre outros. Uma obra repleta de histórias que divertem e emocionam. Não conta lá em casa definitivamente não é mais um guia de viagens. No lugar de regras, reflexões. Em vez de mapas, panoramas. Dicas? O importante aqui são as lições de vida. Afinal, os destinos escolhidos não são apenas eletrizantes aventuras radicais, mas também impactantes histórias do mundo. (fonte)
Não sei em que circunstância decidi ler esse livro, provavelmente em algum vórtex que entrei no skoob pulando de resenha em resenha.
A ideia é falar sobre as viagens que o autor fez durante a gravação de um programa de televisão sobre destinos de viagem ~polêmicos~. A premissa já me incomoda um pouco: quatro caras privilegiados indo passear em algum lugar pobre com o apoio da Rede Globo. Eles fazem coisas nonsense tipo surfar no mar da Coréia do Norte. É só ler a ~descrição oficial~ do livro que encontrei na internet que já dá pra chorar sangue.
Como era de se esperar, ficou faltando profundidade e sobrando esteriótipos.
Segundo o autor, todos os povos que ele conheceu nessas viagens são acolhedores, amigáveis, sorridentes e simpáticos. Veja bem, estamos falando de países que estão em guerra, países cheio de extremistas religiosos, ditaduras, etc. Aham, acreditei. Dá a impressão que o cara ficou com tanto medo de soar preconceituoso que não quis falar nada de ruim de ninguém. Preguiça de quem não se posiciona.
Só pra vocês não acharem que eu sou malvada, deixo aqui um trecho do livro:
"Ficamos sabendo também que homem branco naquelas bandas era praticamente considerado como mulher. E, muitas vezes, acabava sendo estuprado sem cerimônia. Que beleza!" - tem tanta coisa errada que eu nem sei por onde começar.
Tem um outro trecho que ele fala de uma mulher que 'parecia querer arranjar um pretendente' porque estava com roupas curtas e, logo depois, fica alguns parágrafos descrevendo "a caça" do amigo (que ele diz ser uma "ave de rapina") dando em cima de uma novinha no aeroporto, que ele descreve como "presa ideal" que estava "afastada de seu bando", chamando ela de "fada sem asas" e outras barbaridades.
Blergs.
Depois de um tempo continuei a ler só pra poder odiar com propriedade mesmo, sabe? 
Pra não falar só coisas péssimas, me pareceu uma coisa que funcionaria na televisão, mas eu nunca assisti o programa. Como livro, apns pare.

3. O Lado Bom da Vida - Matthew Quick
Descrição: Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele "lugar ruim", Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados".
Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. (fonte)
Eu já tinha lido Perdão, Leonard Peacock do autor e tinha gostado bastante. Decidi ler esse porque queria dar uma chance para ~livros que nunca li mas já vi o filme~. Não gosto de ler coisas que já sei a história e muitos livros bons deixei passar por causa disso (Jogos Vorazes :~). Eu gostei bastante, mas não pude evitar de ficar na expectativa por coisas que apareceram no filme. A história é um pouquinho diferente, caso alguém queira saber. Independente disso, achei o livro muito bom.
Distúrbios psicológicos me interessam muito e gosto especialmente quando a história é contada do ponto de vista de quem tem. A gente não pode deixar de torcer pelo personagem e pelo esforço twisted dele em superar a doença. Achei que foi bem retratado também o quanto a família dele é afetada e o quanto no fundo ninguém sabe muito bem o que fazer e como tratar uma situação dessas.
Ainda quero ler Quase Uma Rockstar do mesmo autor, que na verdade não me interessou muito quando li a descrição, mas confio tanto no autor que quero ler mesmo assim :)

4. Americanah - Chimamanda Ngozi Adichie
Descrição: Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra. 
Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência. (fonte)
Invejo feroz quem faz resenhas boas que deixam a gente com muita vontade de ler um livro, tipo a Anna Vitória do blog So Contagious, que em um único post adicionou tipo quinze itens na minha lista de 'quero ler'. Americanah foi um deles e ainda tô meio impactada com o tanto que gostei desse livro. Tipo de livro que a gente fica enrolando pra terminar de ler porque não quer que acabe.
Chorei quando acabou e tudo, um pouco porque fiquei órfã do livro, mas muito porque o final é muito emocionante mesmo.
A autora trata de assuntos difíceis com uma sensibilidade única, cutucando delicadamente feridas que todo mundo gosta de fingir que não existem. O livro faz a gente repensar diversas coisas que a gente acha que sabe sobre o mundo.
Também gostei de saber mais sobre a cultura nigeriana, um país sobre o qual sabia quase nada. 
Depois li "sejamos todas feministas", que é na verdade uma adaptação escrita de um discurso famoso da autora que virou até música da Queen B (a Beyonce, gente, não a Blair) e só consigo dizer: que mulher! PQP.

Observação:
Eu não acompanho muitos blogs de literatura e geralmente pulo resenhas aleatórias em blogs que leio porque gosto da surpresa de não saber quase nada da história quando começo a ler alguma coisa. O que gosto de verdade é lde resenhas de livros que já li pra ver se a outra pessoa teve as mesmas sensações que eu lendo o mesmo livro. Então decidi fazer essas resenhas em que não falo muito da história, só impressões que tive ao ler e basicamente o que achei do livro. Pra não ficar completamente random, coloquei a descrição oficial do livro.
Me digam se vocês gostam desse formato de resenha :)

meu quarto

Olha o meu quarto igual porém diferente <3
A mesa do cantinho é nova no quarto mas velha na casa, estou usando pra costurar e também como escrivaninha. Em cima dela ou tem papéis, canetas e coisas de escritório no geral (como está na foto) ou tem a máquina de costura. Quando a máquina de costura não está ali, tá em cima do armário do outro lado do quarto.
Fico agoniada com aquele ~buraco~ na parede sem nenhum quadro gente (em cima da fotografia do índio). Acontece que o quadro que eu botei ali tinha um desenho que o ex fez e que eu rasguei em um acesso de raiva momento ~POR QUE A VIDA FAZ ESSAS COISAS COMIGO? VOU MORRER SOZINHA~. Sim, sou dessas ridículas e teria queimado as coisas dele no quintal se um quintal tivesse. Ou teria queimado em uma lareira automática que nem a Tai em Clueless se uma lareira automática tivesse. Agora só consigo rir dessa situação tragicômica, que momentos fabulosos a gente passa na vida <3
Coisa mais horrível essa cama toda amassada, eu já fui uma blogueira melhor.
Quem ama um antes e depois? EUUUU!
Então tá aí. Como dá pra ver, não mudou muito além da cor da parede. Eu adorava a parede verde água atômica, mas era a mesma fazia uns 8 anos e estava na hora de mudar. Escolhi a tinta cinza porque queria uma coisa mais neutra :) Ela tem um leve fundo roxo. Pintei eu mesma com todas as minhas habilidades manuais e se você não olhar diretamente para a parede por mais de 13 segundos nem vai perceber nada hahaha.
Mudei a disposição dos quadros também. Preferia a anterior, mas vou fechar buracos com massa corrida e furar novos sabe quando? Nunca. Hahaha. Já era.
Pra quem nunca viu, o quarto já foi assim: 1 e 2 (sdds quando todas as fotos do blog tinham bordas arredondadas <3 eu definitivamente já fui uma blogueira melhor), depois ficou assim: 1 e recentemente estava assim: 1.
O setor "costura" da minha casa veio parar no meu quarto devido às adversidades da vida (lê-se: falta de espaço hahaha). Então, o outro lado do quarto tá esse bagaço com alguns rombos na parede e o armário feio.
Muito em dúvida quanto ao armário. Acho ele bonito mas a cor é feia. Ao mesmo tempo, acho que ela ~mescla~ bem com a cor da parede e fica meio neutro, ainda mais do lado da cômoda verde.
Eu quero: pendurar mais quadros nessa parede porque não tenho limites quanto à arte (lê-se: wall street poster).
Quero também: liberar o ~espaço~ em cima do armário porque fica muito poluído um monte de coisa empilhada ali. Com jeitinho (lê-se: desapego), acho que consigo colocar tudo dentro do armário.
Nesse armário tem tecidos, agulhas, tesouras, coisas de costura no geral.
O que eu queria fazer: pintar ele de azul e fazer desenho de flores e pavões (tipo os móveis desse blog aqui).
O que eu fiz: colei um adesivo de pássaro no vidro. Hahaha. Expectativa x realidade.
Fácil de fazer e pretendo fazer logo: uma cortininha por dentro. Vai dar uma cara bem melhor e disfarçar a bagunça de dentro.
Sempre triste quando o antes é melhor que o depois :~( não que o antes fosse ótimo. Aquele gaveteiro branco pequeno foi e o sofá foi também. Estava na hora. A nossa senhora da Black Friday (lê-se: minha mãe) me deu uma televisão nova fabulosa (ALÔ NETFLIX).
Cês viram a caminha de astronauta do PipeliNeil Armstrong?