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Mostrando postagens de Janeiro, 2012

janeiro 2012: o que teve

Assistindo... Detroit Rock City. Gente, nunca tinha visto esse filme (shame on me). Peguei emprestado de um amigo que mora aqui em Paris. É a versão rock'n'roll de American Pie (eu gosto - shame on me²). O filme se passa no fim dos anos 70 (tipo assim, melhor década musical da vida, na minha opinião) quando quatro amigos adolescentes tentam chegar em um show do Kiss, após terem os seus ingressos queimados pela mãe extremamente religiosa de um deles. Algumas partes são meio forçadas, mas mesmo assim achei sensacional. Para quem gosta de rock, arrisco dizer que vale a pena só pela trilha sonora.
Lendo... Paris é uma festa, de Ernest Hemingway. Comprei esse livro pela capa (na verdade, pelo nome) na Feira do Livro em outubro já que né, estava vindo a Paris. Trouxe comigo para ler na viagem e terminei uma semana antes de chegar aqui. Trata-se de memórias de Hemingway sobre a Paris dos anos 20 e a geração perdida. O que achei mais legal foi a forma como ele coloca Paris, uma cidade onde tudo seria possível. Estou reconhecendo muitos lugares dos quais ele fala e o livro me serviu um pouco como guia de viagens. Ótimo livro, ótimo escritor. Recomendo.
Ouvindo... Piaf, porque né, Paris.
Querendo... Ficar aqui para sempre...
*Acho meio difícil esses memes com dia certo, mas gostei da idéia que vi nesse blog e resolvi tentar, com uma leve adaptada. Vamos ver no que vai dar.

cool signs #8


Harry Potter fez parte da minha infância, adolescência e bom, er... vida adulta. É gente, eu também esperei uma coruja me trazer uma carta nas vésperas dos meus 11 anos, aguardei ansiosamente o lançamento de cada novo livro e posteriormente, de cada novo filme, que assisti em sua maioria na pré-estréia e chorei um pouquinho (lê-se: muito) quando terminou.
Para fechar esses 10 anos (Gente! DEZ ANOS) com chave de ouro, nada mais justo do que conhecer a plataforma 9 1/2 (na verdade, 9 3/4 em inglês) na estação de King's Cross, em Londres, que na verdade é uma mini parede com meio carrinho de malas entre a estação 9 e 10. Genial.
Muita emoção!

unicórnios pelo mundo #1

Inspirada pelas estátuas de unicórnio que encontrei em Londres (um dos símbolos do Reino Unido é o leão e o unicórnio), resolvi que o mundo todo deveria ser igual então estou transformando todas as estátuas de cavalo que encontro pelo caminho em unicórnios.
Todas as fotos foram tiradas em Lisboa.
 
 
Essas estátuas de cavalos marinhos ficam no Jardim de Belém e agora são unicórnio marinhos.
D. João I, que reina na Praça da Figueira, agora utiliza um unicórnio como meio de transporte.
E D. José I, que mora na Praça do Comércio, também.
Como dá pra ver, com uma pequena intervenção artística consegui destruir os monumentos históricos de Lisboa. Score!

enquanto isso, em Notting Hill...

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Já pode morar em Londres?

good advice #1

céu #2

No céu de Madrid, o balão de gás perdido faz festa. Consigo pensar em um zilhão de músicas que combinam com a situação, mas por algum motivo o trecho que acho que mais combina é do Caetano Veloso, uma música chamada London, London, em que ele canta "while my eyes go looking for flying saucers in the sky...". Se substituir saucers por horses juro que ficaria perfeito. Descobri que existe uma musica chamada flying horses, de uma banda chamada Dispatch. Não estou conseguindo ouvir música no meu computador então não sei se esta em especial procede. Outra que acho que se encaixaria, e também não sei o porquê, é horse with no name, do Neil Young. Fica o gif das fotos que tirei do inusitado pégasus no céu de Madrid, que me lembrou uma música que fala de Londres e que me lembrou também da estranha obsessão de Neil Young por cavalos, com a qual me identifico por causa da minha estranha obsessão por unicórnios. Enfim, divago musical e existencialmente. Deve ser saudade de casa.

street art #5

Em Lisboa, a placa de trânsito torta virou piada para os artistas de rua. Eu curti!

Parc Güell

Gaudí fez o Parc Güell para mim, certeza...


Na entrada, um pouquinho do que vamos encontrar lá dentro.

A Lavadeira feita de pedra que, ao mesmo tempo que sustenta a rua acima dela, observa a paisagem catalã.
 Dentre muitos turistas fazendo pose, essa pomba praticamente pediu para ser também fotografada.

Nos bancos em formato de serpente, o mosaico faz as vezes das escamas.
 E Gaudí, que não é bobo, morou durante 20 anos nessa casa lá dentro, para poder ter a melhor vista da cidade.
E girando 180 graus, podia praticar um pouco de bucolismo.
Aiai, quanto amor catalão.